Mensagens instantâneas e o Pensamento Lean

Para iniciar o artigo, vejamos quais são os oito principais desperdícios que o Pensamento Lean aponta:

Foto de Marco Secchi
  1. Superprodução: Evitar produzir aquilo que não está vendido
  2. Espera: A espera por peças, entrega, tempo ocioso, etc.
  3. Transporte desnecessário: Movimentar materiais de um lugar para outro
  4. Excesso de processamento: Evitar etapas redundantes no processo
  5. Estoque: Ter apenas o mínimo necessário para executar a atividade
  6. Desperdício de movimento: Eliminar todo movimento que não agrega valor ao produto ou serviço
  7. Defeitos/ retrabalho: Todo erro leva a um retrabalho
  8. Criatividade inaproveitada: Reuniões, plano de ação e não fazer a ação.

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Sandra Elisabeth palestra em congressos de Lean e Indústria 4.0

O mês de abril/2018 foi muito produtivo para os que acompanham as pesquisas sobre Indústria 4.0 e Lean.

Foram 3 eventos importantes que discutiram estes temas:

Eu fui uma das palestrantes destes eventos.

O tema geral apresentado por ela foi Lean Startup e Indústria 4.0.

Abaixo algumas fotos e comentários sobre eles:

IV Seminário em Ciência, Inovação e Tecnologia que aconteceu durante a Semana Interdisciplinar de Mecânica, Metalurgia e Eletroeletrônica na ETEC Trajano Camargo

Sandra Elisabeth fez um breve resumo da história industrial até chegar à Indústria 4.0

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O cliente sempre tem razão?

Esta uma questão amplamente discutida no marketing, afinal de contas o cliente é quem mantem financeiramente a estrutura da empresa em pleno funcionamento!

O problema é que estas discussões ficam sempre no que acontece durante o ciclo de vendas (pré-venda – efetivação da venda e pós-venda) e ninguém discute esta “razão do cliente” antes da elaboração do produto ou serviço final.

Um exemplo disto é o aumento das marmitas. Já pensou qual é o real motivo das pessoas carregarem marmitas saudáveis (mesmo as que possuem boas condições financeiras) ao invés de comerem em restaurantes? Sei que na maior parte das vezes é a própria nutricionista que recomenda ao cliente cozinhar seu próprio alimento, devido ao exagero de temperos, gorduras saturadas e combinações de pratos que os restaurantes usam.

Muito bem, já sabemos disto tudo, mas me parece que alguns donos de restaurante ainda não entenderam isto e caem na tentação de promoções, vender mais barato ou comprar produtos de qualidade ruim para diminuírem seus custos.

Conseguiram perceber uma descombinação entre a necessidade e desejo do cliente e o que a empresa está oferecendo? E então, o cliente tem ou não razão?

(Este mesmo exemplo vale para diversos outros tipos de produtos e serviços, usei este porque é mais simples de perceber as nuances).

Se a empresa não consegue atender o cliente no que ele precisa, ela o perde, e muitas vezes sem se quer saber o motivo. Buscar diferenciação é mais do que apenas oferecer um “plus” do produto ou serviço, é entregar para o cliente o que ele busca sem que precise dar um “jeitinho” para usar.

Tudo isto para afirmar que o cliente é fundamental para uma empresa desde a idealização do produto e serviço não podendo ser esquecido em nenhum momento do processo de desenvolvimento do plano de negócios, pois a cada esquecimento é um passo dado ao caminho do insucesso!