Realizei Oficina de Gestão da Inovação na Semana de Engenharia da Produção da USF – Unidade SWIFT

No último dia 10 de setembro, realizei uma Oficina sobre Gestão da Inovação na Universidade São Francisco em Campinas.

A Oficina de Gestão da Inovação foi apenas uma das oficinas e atividades que os alunos do curso de Engenharia de Produção puderam participar durante a Semana de Engenharia que está acontecendo entre 10 e 14 de setembro.

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Mensagens instantâneas e o Pensamento Lean

Para iniciar o artigo, vejamos quais são os oito principais desperdícios que o Pensamento Lean aponta:

Foto de Marco Secchi
  1. Superprodução: Evitar produzir aquilo que não está vendido
  2. Espera: A espera por peças, entrega, tempo ocioso, etc.
  3. Transporte desnecessário: Movimentar materiais de um lugar para outro
  4. Excesso de processamento: Evitar etapas redundantes no processo
  5. Estoque: Ter apenas o mínimo necessário para executar a atividade
  6. Desperdício de movimento: Eliminar todo movimento que não agrega valor ao produto ou serviço
  7. Defeitos/ retrabalho: Todo erro leva a um retrabalho
  8. Criatividade inaproveitada: Reuniões, plano de ação e não fazer a ação.

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Algumas curiosidades sobre o Lean

Não é segredo nenhum, e acredito que todos saibam que o Lean Manufactoring foi uma evolução do Sistema Toyota de Produção, que surgiu em meados dos anos 50.

Para compreender o que é o Lean e sua importância no ganho de lucratividade das empresas é importante ressaltar que o Sistema Toyota de Produção (assim chamado porque foi aplicado a primeira vez na fábrica de automóveis da Toyota) surgiu da necessidade de se produzir algo sem a existência prévia de recursos físicos e financeiros.

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Conectar negócios de impacto e investidores ainda é desafio para aceleradoras

Matéria divulgada originalmente em Notícias de Impacto e autorizado reprodução pela Entrepreneur Data

 
Evento da ANDE em São Paulo com aceleradoras e incubadoras (foto divulgação)

Por

Ana Mathias (ANDE), Rebeca Rocha (ANDE) e Brent Ruth (Emory University)

Esta é uma das seis reflexões do Global Accelerator Learning Initiative (GALI) sobre o cotidiano das aceleradoras no Brasil

Na última década, o setor de aceleração vem crescendo mundialmente. Há cada vez mais organizações focadas em alavancar negócios, estruturar ideias e prepará-las para o mercado. Com o propósito de compreender o impacto que essas organizações podem gerar no setor empreendedor, a Aspen Network of Development Entrepreneurs (ANDE) e a Emory University criaram em 2015 o Global Accelerator Learning Initiative (GALI), para analisar globalmente, por meio de dados científicos, o impacto dos programas de aceleração nos negócios.

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Plano B? Investir em sartup pode ser um caminho.

Pessoas, olá, compartilho com vocês artigo de Stéfano Carnevalli


Nos últimos meses tenho conversado com investidores interessados em startups e uma pergunta sempre aparece nas conversas: qual o seu plano B?

Na Sýndreams atuamos em um dos mercados mais promissores, o de startups que atuam com inovação industrial, setores de economia criativa e agronegócio. É lógico que dentro desse mercado há incertezas que a própria definição do autor Eric Ries afirma: “Uma startup é uma instituição humana desenhada para criar um novo produto ou serviço em condições de extrema incerteza.

Como toda instituição humana por si só já é de extrema incerteza, imagina quando ela ainda atua no Brasil. Nesse país tudo parece muito mais incerto, por isso nas conversas sempre a pergunta “qual seu plano B?”.

Fazendo um exercício de memória e com auxilio do Google Agenda levantei mais de 78 reuniões nesses últimos 12 meses relacionadas a investimento em startups. Em cerca de 65% fui questionado sobre “qual seu plano B?”. Entre as opções:

  • Qual outro seguimento se esse não der certo?
  • O que fazer se o negócio não vingar?
  • E investir em outro país?

Não tenho uma resposta pronta, mas com certeza investir em startups, principalmente em estágio iniciante é uma boa alternativa para um Plano B. Explico em tópicos com exemplos práticos:

  • Investimento inicial em startups é sempre muito baixo. Uma importante característica de uma startup é que ela precisa ser enxuta. E quando trazemos para realidade brasileira, elas são ainda mais enxutas. Dessa forma pequenos investimentos são potencializados em grandes resultados em pouco tempo.
  • Grandes empresas fazem aquisições de startups.Recentemente uma grande empresa Brasileira adquiriu  12,5% de uma startup de Israel por US$ 2,5 milhões. Essa aquisição representou um ganho significativo para os investidores iniciais que aportaram menos de 0,5% desse valor.
  • Investir em startups pode gerar um passaporte para o mundo.Vários países como Portugal, Espanha e Dinamarca têm incentivos de visto para investidores. Nesse caso a opção é investir em startups que atuam nesses países ou em startups brasileiras com serviços globais que estão aptas a participarem de programas de conexão.

Investir em startup pode ser o seu plano B. E como todo plano precisa analisar os riscos, avaliar quem são os empreendedores (sócios), modelo de negócio, projeção de retorno, entre outros. Você pode criar seus próprios critérios de avaliação ou se aproximar de aceleradoras, como a Sýndreams.

O que é certo, que no cenário atual do Brasil, é sempre importante ter uma Plano B.


Stéfano Carnevalli é sócio da Sýndreams Aceleradora e atualmente investe em uma startup de Data Science. Mensagens: stefano@syndreams.com.br

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