É muito comum as pessoas confundirem indústria 4.0 com uso de tecnologia de ponta. Isto acontece, é fato, pois para se chegar à Indústria 4.0 é necessário passar pela Indústria 3.0 (automação, robotização, etc).
De acordo com a CNI, no Brasil, 76% das fábricas se encontram no estágio da Indústria 1.0 ou 2.0 (Veja abaixo o comparativo entre as Indústrias abaixo):
Algumas pessoas me questionam sobre os impactos da inovação e chegam até a duvidar da velocidade de mudança do mercado.
O fato é que a inovação não é algo novo, sempre existiu; a diferença, claro, está na diminuição do tempo entre o desenvolvimento da tecnologia e seu uso no mercado, como apresentado no quadro abaixo:
Quando você ouve falar de inovação a primeira coisa que vem a sua cabeça são máquinas e equipamentos que não precisam de pessoas para operar? Carros autônomos? Nanotecnologia? Superalimentos? Provavelmente sim!
E devido a este fato, uma pergunta recorrente que chega até mim é: “A inovação não vai tirar o lugar das pessoas no trabalho?”. E a resposta é NÃO!
Com exemplos de empresas inovadoras, que estão mudando a forma de se criar, desenvolver e vender produtos e serviços para o mercado B2B e B2C, iniciei minha palestra no CIESP – Sta Bárbara, dia 21 de novembro na reunião mensal do Núcleo Jovem Empreendedor. A principal discussão era como esta inovação impactará o mercado nacional e internacional.
Palestra “Inovação a moeda do futuro” trouxe aos empresários do CIESP Sta Bárbara d´Oeste, oportunidades e cenários de inovação.
Durante palestra reforcei a importância das empresas perceberem as mudanças no mercado, que hoje tem acontecido muito mais rapidamente que à alguns anos atrás.
Dentre os exemplos apresentados, o que mais chamou a atenção do público foi a possibilidade de se imprimir “tudo”, desde pequenos brinquedos até uma casa inteira!
A discussão tratou também sobre como estas inovações impactam as relações tradicionais de comércio que temos hoje e o que é necessário as empresas fazerem para aproveitarem estas mudanças!
A conclusão que se chegou foi a de que não adianta reclamar das mudanças, ou dizer que tudo está muito rápido. É preciso agir e tentar manter-se atualizado para assim atender as expectativas dos clientes e poder sobreviver, enquanto empresa, nesta “nova selva” de inovação que se desenha!